terça-feira, 23 de setembro de 2008

Retiro de Primeiro Anúncio

Olha aí galera, as fotos que eu tirei no retiro, quem tiver mais coisa para postar me envia que eu coloco no Blog... Fiquem com Deus




Galera na oração da manhã

Olha a Bruna aí, mandando seu recado na pregação. Padre Adenildo chegando, a missa estava maravilhosa!


A galera Louvou a Deus pelo final de semana e todas as graças que estavam por vir.
O ministério de música no salmo
O pessoal durante mais um momento de oração





Oração da manhã de domingo



Oração da manhã de domingo

E a galera da cozinha, caprichando no rango... "nem só de pão vive o homem, também teve estrogonoff". Deus os abençoe






E esse café da manhã caprichado, tava bom hein, fala a verdade...






quarta-feira, 30 de julho de 2008

TARDE DE LOUVOR SÃO PEDRO E SÃO PAULO

No dia 27 de julho a comunidade Católica Vale de Saron participou de uma tarde de louvor com o grupo de oração "Discípulos de Jesus" da paróquia São Pedro e São Paulo, que fica no bairro Tingui (rua Theodoro Gbur, 528).



A comunidade ficou responsável pela música, pregações e oração. Foram momentos muito animados de louvor, partilha da palavra e clamor por uma nova Efusão do Espírito Santo. Este evento foi tão bom para os membros da comunidade como cremos que foi para as pessoas da paróquia que estiveram presentes, esperamos ter nova oportunidade de voltar e louvar com estes nossos irmãos.



A palavra que motivou este nosso encontro foi Efésios capítulo 4. Falamos da diversidade dos carismas, da unidade no grupo de oração e da santidade como caminho para uma perfeita unidade.


A primeira missão que participei pela comunidade Vale de Saron foi justamente para a paróquia São Pedro e São Paulo, onde fiz grandes amizades. Fui dar testemunho aos jovens da transformação que minha vida sofreu quando tive aquele encontro pessoal e maravilhoso com Jesus. Quando saí da teoria e experimentei o amor de Deus na prática. Neste evento aconteceram inúmeras manifestações do Espírito Santo, também creio que lá Deus começou a me mostrar o ministério que teria para mim e também o que eu iria enfentar.


Como diz São Paulo, na carta aos Efésios, não é contra homens de carne e sangue que devemos lutar, mas contra os principados e potestades deste mundo tenebroso.


Acredito também que este evento serviu como um termômetro para os demais que estão por vir, espero que o empenho e a unção se mantenham, mas para isso, é imprescindível que todos se empenhem em receber, recarregar as baterias caso contrário daremos nossos cacos aos que vem aos encontros e não a água viva que deve transbordar de nós.




quarta-feira, 23 de julho de 2008

RETIRO DE PRIMEIRO ANÚNCIO



Você sabe o que é um retiro?
- Muitas pessoas acham que retiro é algo chato, enfadonho, que você passa o dia todo de joelhos recitando orações (não que isso não seja bom), mas o retiro é muito mais uma atitude interior que retirar-se para um local específico.
Durante todos estes anos, ví muitas pessoas que foram para o local do retiro, mas não se retiraram. Pelo contrário, ficavam com suas cabeças no que ficou fora dos muros, como que tentando não se desprender.
O dicionário Michaelis define como: estágio em um ambiente apropriado para meditação e oração.
E o que vem a ser um retiro de primeiro anúncio?
- Retiro de primeiro anúncio, seminário de vida no Espírito, Kerigma, primeira experiência de oração são alguns dos nomes que designam um mesmo retiro, é um primeiro contato com a espiritualidade da renovação carismática católica, em um ambiente mais aprofundado e voltado para uma mudança de vida. O foco do retiro é provocar na pessoa uma mudança de vida com base em uma experiência pessoal de oração.
O que acontece em um retiro desses?
- Bom, você não é abduzido e nem tem que entrar para nenhuma seita ou fazer pactos ou qualquer coisa desse tipo. Nos retiros de primeiro anúncio, basta que a pessoa se disponha a participar dos momentos que incluem, orações, reflexões, partilha entre os participantes, pregações (palestras) além de momentos de lazer, para que a pessoa saiba que a mudança é interior. Tudo que se pede é que a pessoa seja atenta a todos os momentos, realmente deixe sua vida e seus problemas para fora dos muros do encontro, acredite, eles vão estar esperando você voltar, transformado, mas estarão esperando.
O que devo levar ao retiro?
- Primeiramente muita disposição, abertura de coração, animação (se você não estiver animado, nós animamos você) além de uma bíblia, um caderno, caneta, roupa de cama, algumas mudas de roupa, confortáveis e discretas, toalha de banho e material para higiêne pessoal e uma fome de leão, porque a comida é maravilhosa e tem gente que pode não gostar de nada do retiro, mas da comida até hoje ninguém saiu reclamando.
Quanto tempo dura o retiro?
- Normalmente o retiro começa na sexta-feira à noite e termina no domingo à tarde, existe todo um cronograma preparado para que nada se perca e também para que as pessoas possam desfrutar de todos os momentos sem cansaço e terminar o final de semana ao lado das pessoas que lhe são importantes, partilhando com eles os momentos felizes que teve no retiro.
Posso levar comigo meus amigos, parentes, vizinhos e outras pessoas?
- Claro que sim, afinal, como citado antes, o retiro é muito mais interior que exterior, então,
e até melhor ter alguém de confiança, querido, com quem você possa desfrutar dos momentos do retiro e partilhar tudo que lhe está acontecendo. Mas se você for sozinho não fique triste, o retiro é um excelente ambiente para fazer novas amizades e conhecer pessoas.
Se voce tem mais dúvidas, ou já não tem mais dúvida mas quer participar ou indicar alguém para participar faça o seguinte, deixe seu comentário no blog que eu entro em contato e passo mais informações.
Deus te abençoe.

O BURRO E O CACHORRO


Mais uma vez recorro à sabedoria dos antigos.
Uma fábula de Esopo conta que um homem tinha um cachorrinho e um burro. Ele costumava brincar com o cachorro. Dava-lhe comida na boca, deixava-se lamber, tomava-o no colo. O burro, que espiava tudo, viu que o homem era feliz quando brincava com o cachorrinho. Ficou com ciúme e achou que também devia agradar o patrão. Dito e feito. Começou a lamber o rosto do homem e queria sentar-se no colo dele. Só deu para o burro. O homem ficou zangado, bateu nele e o amarrou em uma árvore para que nunca mais se atrevesse a tanta familiaridade.
A moral da história é simples. Cada um de nós só pode ser ele mesmo, querer ser o “outro” não vai dar certo. Lembrei-me dessa fábula refletindo sobre as palavras de Jesus. O Senhor nos alerta a não ter medo dos que podem matar o nosso corpo e tirar assim a nossa vida. Ao contrário, Ele nos ensina a ter medo dos que querem e podem matar a nossa alma. Esta, enfim, é a nossa própria identidade, tão original como cada um de nós o é.
Infelizmente a sociedade nos leva a ser imitadores, mas nem sempre no sentido bom da palavra. Jesus também nos pede de segui-lo, e São Paulo fala mesmo de ser imitadores de Jesus, explicando que devemos ter os mesmos sentimentos dele. O resto é macaquice.
Todas as vezes que deixamos de escolher com a nossa cabeça, de agir conforme a nossa consciência, de assumir as responsabilidades das nossas escolhas, simplesmente por querer ser como os outros, pensar como os outros, ser até confundidos com os outros, acabamos deixando roubarem, ou matarem, a nossa alma. Pior é que tudo isso está acontecendo de forma tão sutil, que nem percebemos.
Quando vejo crianças caprichando na imitação de cantores, dançarinas, atores e atrizes famosas, pergunto-me: o que será delas quando crescerem? Quando vejo que certas modas acabam desnorteando a personalidade dos nossos jovens, trocando a sua cultura e a sua história para acompanhar o consumo de roupa, músicas e palavras de outros, questiono-me sobre a globalização. Será ela o achatamento das pessoas, ou a oportunidade para uma comparação sadia, que ajude a crescer e a amadurecer?
Existe também o perigo contrário, de querer ser diferentes de todo e qualquer jeito. É o caso dos que não aceitam mais nenhum conselho, acham-se os donos da verdade, ou estão convencidos de que o mundo esteja começando com eles. Assim, sem perceber, passam da originalidade e da criatividade, das coisas boas e positivas, para a esquisitice que leva ao isolamento.
Também na religião assistimos à tentação do individualismo. Cada um faz a sua própria “fé” conforme os seus gostos. Mistura tudo e no final não sabe mais em quem acreditar.
Nem macaquice, nem esquisitice. Precisamos de uma honesta e sincera busca do sentido da vida, de lançar mão da farta experiência humana, do caminho traçado por outros, do exemplo de quem nos precedeu. Nas coisas boas e nos erros também. A história é mestra de vida, sempre nos ensinaram. Entretanto parece que hoje pouco vale a reflexão dos antigos. Gritam mais alto a propaganda e as promoções de todo e qualquer produto e de todo e qualquer pensamento. Não podemos esquecer o passado, mas nem por isso devemos repeti-lo sem crítica e sem critérios. A cada geração cabe o desafio de experimentar algo novo, na esperança de que seja melhor. Não deixemos que matem a nossa originalidade.
Basta um burro que perdeu a cabeça e quis ser cachorrinho. Não deu certo.Fonte: CNBB - por Dom Pedro Conti - bispo de Macapá

segunda-feira, 14 de julho de 2008

14 de JULHO - São Camilo de Lélis


Olá




Hoje é dia de São Camilo de Lélis, quem foi à nossa vigília no último sábado vai lembrar que o Padre que celebrou a missa é capelão do Hospital Erasto Gaertner e também padre da capela de São Camilo.


O Santo de hoje, nos dá o exemplo de os santos não nascem santos, mas se fazem santos durante sua vida. Também notamos que não é algo fácil, tampouco impossível. Santidade hoje é necessidade e caminho para cada cristão, é o plano de Deus para nós e também nossa estrada de tijolos amarelos, só que no final não encontraremos o mágico de oz. Também teremos amigos a nos ajudar no caminho, assim como Camilo teve Felipe Néri para ajudá-lo.


Que Deus abençoe a cada um durante esta semana, e que possamos ser santificados pelo nosso trabalho, nossas vidas, nosso serviço e nossa esperança.


São Camilo de Léllis




Camila Compelli e João de Lellis eram já idosos quando o filho foi anunciado. Ele, um militar de carreira, ficou feliz, embora passasse pouco tempo em casa. Ela também, mas um pouco constrangida, por causa dos quase sessenta anos de idade. Do parto difícil, nasceu Camilo, uma criança grande e saudável, apenas de tamanho acima da média. Ele nasceu no dia 25 de maio de 1550, na pequena Bucchianico, em Chieti, no sul da Itália.



Cresceu e viveu ao lado da mãe, uma boa cristã, que o educou dentro da religião e dos bons costumes. Ela morreu quando ele tinha treze anos de idade. Camilo não gostava de estudar e era rebelde. Foi então residir com o pai, que vivia de quartel em quartel, porque, viciado em jogo, ganhava e perdia tudo o que possuía. Apesar do péssimo exemplo, era um bom cristão e amava o filho. Percebendo que Camilo, aos quatorze anos, não sabia nem ler direito, colocou-o para trabalhar como soldado. O jovem, devido à sua grande estatura e físico atlético, era requisitado para os trabalhos braçais e nunca passou de soldado, por falta de instrução.



Tinha dezenove anos de idade quando o pai morreu e deixou-lhe como herança apenas o punhal e a espada. Na ocasião, Camilo já ganhara sua própria fama, de jogador fanático, briguento e violento, era um rapaz bizarro. Em 1570, após uma conversa com um frade franciscano, sentiu-se atraído a ingressar na Ordem, mas foi recusado, porque apresentava uma úlcera no pé. Ele então foi enviado para o hospital de São Tiago, em Roma, que diagnosticou o tumor incurável.



Sem dinheiro para o tratamento, conseguiu ser internado em troca do trabalho como servente. Mesmo assim, afundou-se no jogo e foi posto na rua. Sabendo que o mosteiro dos capuchinhos estava sendo construído, ofereceu-se como ajudante de pedreiro e foi aceito.



O contato com os franciscanos foi fundamental para sua conversão.



Um dia, a caminho do trabalho, teve uma visão celestial, nunca revelada a ninguém. Estava com vinte e cinco anos de idade, largou o jogo e pediu para ingressar na Ordem dos Franciscanos. Não conseguiu, por causa de sua ferida no pé.



Mas os franciscanos o ajudaram a ser novamente internado no hospital de São Tiago, que, passados quatro anos, estava sob a sua direção. Camilo, já tocado pela graça, dessa vez, além de tratar a eterna ferida passou a cuidar dos outros enfermos, como voluntário. Mas preferia assistir aos doentes mais repugnantes e terminais, pois percebeu que os funcionários, apesar de bem remunerados, abandonavam-nos à própria sorte, deixando-os passar privações e vexames.



Neles, Camilo viu o próprio Cristo e por eles passou a viver. Em 1584, sob orientação do amigo e contemporâneo, também fundador e santo, padre Filipe Néri, constituiu uma irmandade de voluntários para cuidar dos doentes pobres e miseráveis, depois intitulada Congregação dos Ministros Camilianos. Ainda com a ajuda de Filipe Néri, estudou e vestiu o hábito negro com a cruz vermelha de sua própria Ordem, pois sua congregação, em 1591, recebeu a aprovação do Vaticano, sendo elevada à categoria de ordem religiosa.



Eleito para superior, dirigiu por vinte anos sua Ordem dos padres enfermeiros, dizem que com "mão de ferro" e a determinação militar recebida na infância e juventude. Depois, os últimos sete anos de vida preferiu ficar ensinado como os doentes deviam ser tratados e conviver entre eles. Mesmo sofrendo terríveis dores nos pés, Camilo ia visitar os doentes em casa e, quando necessário, chegava a carregá-los nas costas para o hospital. Nessa hora, agradecia a Deus a estatura física que lhe dera.



Recebeu o dom da cura pelas palavras e orações, logo a sua fama de padre milagreiro correu entre os fiéis, que, ricos e pobres, procuravam sua ajuda. Era um homem muito querido em toda a Itália, quando morreu em 14 de julho de 1614. Foi canonizado em 1746. São Camilo de Lellis, em 1886, foi declarado Padroeiro dos Enfermos, dos Doentes e dos Hospitais.