sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

LEVAR A CONVERSÃO A SÉRIO - CATEQUESE DO PAPA

Intervenção na audiência geral de hoje



CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos na Sala Paulo VI para a audiência geral.



* * *

Queridos irmãos e irmãs:

Iniciamos hoje, Quarta-Feira de Cinzas, o caminho quaresmal: um caminho que se estende durante quarenta dias e que nos leva à alegria da Páscoa do Senhor. Neste itinerário espiritual, não estamos sozinhos, porque a Igreja nos acompanha e nos sustenta desde o começo com a Palavra de Deus – que engloba um programa de vida espiritual e de compromisso penitencial – e com a graça dos sacramentos.

São as palavras do apóstolo Paulo que nos oferecem uma indicação precisa: “Nós vos exortamos a que não recebais em vão a sua graça. Porque Ele diz: ‘No tempo favorável, eu te ouvi; no dia da salvação, vim em teu auxílio’. Este é o tempo favorável, este é o dia da salvação” (2 Cor 6,1-2). Na verdade, na visão cristã da vida, cada momento é favorável e cada dia deve ser chamado de dia de salvação, mas a liturgia da Igreja refere estas palavras de modo muito particular ao tempo da Quaresma. E que os quarenta dias de preparação da Páscoa sejam um tempo favorável e de graça podemos entender precisamente no convite que o austero rito da imposição das cinzas nos dirige e que se expressa, na liturgia, com duas fórmulas: “Convertei-vos e crede no Evangelho” e “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar”.

O primeiro convite é à conversão, palavra que é preciso considerar em sua extraordinária seriedade, descobrindo a surpreendente novidade que engloba. O convite à conversão, de fato, revela e denuncia a fácil superficialidade que caracteriza frequentemente nossa maneira de viver. Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: mas não para um pequeno ajuste, e sim como uma verdadeira e total inversão de rumo. Conversão é ir contra a corrente, onde a “corrente” é o estilo de vida superficial, incoerente e ilusório, que frequentemente nos arrasta, nos domina e nos torna escravos do mal ou pelo menos prisioneiros da mediocridade moral. Com a conversão, no entanto, indica-se a medida alta da vida cristã e nos é confiado o Evangelho vivo e pessoal, que é Cristo Jesus. Sua pessoa é a meta final e o sentido profundo da conversão; Ele é o caminho que estamos chamados a percorrer na vida, deixando-nos iluminar pela sua luz e sustentar pela sua força, que move nossos passos. Dessa forma, a conversão manifesta seu rosto mais esplêndido e fascinante: não é uma simples decisão moral, que retifica nossa conduta de vida, mas uma decisão de fé, que nos envolve inteiramente na comunhão íntima com a pessoa viva e concreta de Jesus.

Converter-se e crer no Evangelho não são duas coisas diferentes ou, de alguma forma, somente próximas entre si: elas expressam a mesma realidade. A conversão é o “sim” total de quem entrega sua própria existência ao Evangelho, respondendo livremente a Cristo, quem primeiramente se ofereceu ao homem como caminho, verdade e vida, como Aquele que o liberta e o salva. Precisamente este é o sentido das primeiras palavras com que, segundo o evangelista Marcos, Jesus abre a pregação do “Evangelho de Deus”: “Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).

O “convertei-vos e crede no Evangelho” não está somente no início da vida cristã, mas acompanha todos os seus passos, permanece renovando-se e se difunde ramificando-se em todas as suas expressões. Cada dia é momento favorável de graça, porque cada dia nos convida a nos entregarmos a Jesus, a ter confiança n’Ele, a permanecer n’Ele, a compartilhar seu estilo de vida, a aprender d’Ele o amor verdadeiro, a segui-lo no cumprimento cotidiano da vontade do Pai, a única grande lei de vida. Cada dia, ainda quando há muitas dificuldades e fadigas, cansaços e quedas, ainda quando estamos tentados a abandonar o caminho de seguimento de Cristo e de fechar-nos em nós mesmos, em nosso egoísmo, sem percebermos a necessidade que temos de abrir-nos ao amor de Deus em Cristo, para viver a mesma lógica de justiça e de amor. Na recente Mensagem para a Quaresma, eu quis recordar que “é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do ‘meu’, para me dar gratuitamente o ‘seu’. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitência e da Eucaristia. Graças à ação de Cristo, nós podemos entrar na justiça ‘maior’, que é aquela do amor (cf. Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar”.

O momento favorável e de graça da Quaresma nos mostra o próprio significado espiritual também através da antiga fórmula: “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar”, que o sacerdote pronuncia quando impõe sobre a nossa cabeça um pouco de cinzas. Somos assim remetidos aos inícios da história humana, quando o Senhor disse a Adão após a culpa das origens: “Com o suor de teu rosto comerás teu pão até que retornes ao solo, pois dele foste tirado. Pois tu és pó e ao pó hás de voltar” (Gn 3, 19). Aqui, a palavra de Deus nos recorda nossa fragilidade, inclusive nossa morte, que é sua forma extrema, frente ao inato medo do fim; ainda mais no contexto de uma cultura que de tantas formas tende a censurar a realidade e a experiência humana do morrer, a liturgia quaresmal, por um lado, recorda-nos sempre a morte, convidando-nos ao realismo e à sabedoria; mas, por outro lado, ela nos conduz sobretudo a acolher e viver a novidade inesperada de que a fé cristã liberta da realidade da própria morte.

O homem é pó e ao pó voltará, mas é pó precioso aos olhos de Deus, porque Deus criou o homem destinando-o à imortalidade. Assim, a fórmula litúrgica “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar” encontra a plenitude do seu significado em referência ao novo Adão, Cristo. Também o Senhor Jesus quis livremente compartilhar com cada homem o destino da fragilidade, em particular através da sua morte na cruz; mas precisamente esta morte, repleta do seu amor pelo Pai e pela humanidade, foi o caminho para a ressurreição gloriosa, através da qual Cristo se converteu em fonte de uma graça dada àqueles que creem n’Ele e se tornam partícipes da mesma vida divina. Esta vida que não terá fim já está presente na fase terrena da nossa existência, mas será levada a cumprimento após a “ressurreição da carne”. O pequeno gesto da imposição das cinzas nos revela a singular riqueza do seu significado: é um convite a percorrer o tempo da Quaresma como um mergulho mais consciente e mais intenso no mistério pascal de Cristo, em sua morte e sua ressurreição, mediante a participação na Eucaristia e na vida de caridade, que nasce da Eucaristia e nela encontra seu cumprimento. Com a imposição das cinzas, renovamos nosso compromisso de seguir Jesus, de deixar-nos transformar pelo seu mistério pascal, para vencer o mal e fazer o bem, para fazer morrer nosso “homem velho”, ligado ao pecado, e fazer nascer o “homem novo”, transformado pela graça de Deus.

Queridos amigos: enquanto nos apressamos para empreender o austero caminho quaresmal, queremos invocar com particular confiança a proteção de Nossa Senhora. Que Ela, a primeira que acreditou em Cristo, seja quem nos acompanhe nestes quarenta dias de intensa oração e de sincera penitência, para chegar a celebrar, purificados e completamente renovados na mente e no espírito, o grande mistério da Páscoa do seu Filho.

[No final da audiência, o Papa cumprimentou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:]

Queridos irmãos e irmãs:

Hoje tem início o caminho da quaresma que nos conduzirá à alegria da Páscoa do Senhor. Recebendo as cinzas sobre a cabeça, renovamos o nosso compromisso de seguir Jesus, de nos deixarmos transformar pelo seu mistério pascal para vencer o mal e fazer o bem, para morrer para o nosso “homem velho” ligado ao pecado e fazer nascer o “homem novo” transformado pela graça de Deus.


Saúdo com particular afeto o grupo de fiéis do Patriarcado de Lisboa, peregrinos com o seu bem-amado Pastor, Cardeal Dom José Policarpo, em romaria de fé e gratidão pelas sendas do Venerável Servo de Deus Papa João Paulo II, que vos conquistou para Cristo, no Parque Eduardo VII da vossa cidade, há 28 anos. Ver-vos hoje aqui traz à mente aquele seu último pensamento para os jovens: “Andei à vossa procura. Agora viestes ter comigo. Eu vos agradeço”. Queria-vos a todos com Cristo. Que este nosso encontro suscite em vós e em todos peregrinos presentes de língua portuguesa, com suas famílias e comunidades cristãs, uma renovada vitalidade espiritual na fiel e generosa adesão a Cristo e à Igreja. Olhai o futuro com esperança e não vos canseis de trabalhar na vinha do Senhor. Uma santa Quaresma para todos!

[Tradução: Aline Banchieri

©Libreria Editrice Vaticana]

sábado, 30 de janeiro de 2010

VIM PARA ADORAR-TE

"Ao Senhor teu Deus adorarás" (Mt 4, 10).

Normalmente o que tenho visto são textos que citam esta passagem para dar embasamento a argumentos pró e contra nós católicos, mas neste caso específico, não é esta a intenção. Esse "post" é mais para botar ordem na casa, e não criar desordem fora dela.

Vejo muitas vezes as pessoas mais preocupadas em se defender de questionamentos evangélicos que em praticar corretamente o culto católico, a estes basta dizer "seja o seu sim, sim e o seu não, não" (Mt 5, 37), o próprio Jesus quando questionado por Pedro responde "que te importa se Eu quero que ele espere até que Eu venha? Segue-me tu." (Jo 21, 22), com isto quero dizer que Deus tem um tempo, uma forma de ação e um momento para cada pessoa na terra e a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento, bem como a intercessão dos santos e culto prestado a eles é matéria de fé, eu creio, este é o ponto, a mim basta isso para adorar a Deus presente na Eucaristia e acreditar na ligação entre igreja militante e triunfante.

Mas o assunto como citei acima é mais para colocar ordem na casa. Vamos tratar um pouco sobre a Adoração ao Santíssimo, pois tenho visto dois extremos que podem mais nos afastar que nos aproximar de Deus.

Primeiramente devemos ter claro que Deus deseja ter conosco intimidade, mas exige de nós respeito, são duas vias que devem nos dar equilíbrio em nossa adoração, especialmente em momentos solenes de exposição e procissão do Santíssimo.

Nossa adoração a Deus deve ser íntima e extravagante como da pecadora perdoada, em Lucas capítulo 7 a bíblia nos narra a história de uma mulher, pecadora pública que sabendo da presença de Jesus na casa de um fariseu, mesmo não sendo bem vinda àquela casa a invade, lava os pés do Senhor com suas lágrimas, enxuga com seus cabelos, derrama sobre os pés de Jesus seu vaso de alabastro e por fim beija com amor os pés de Jesus. Algumas pessoas desconhecem esta intimidade com o Senhor, adoram ao Jesus vivo na Eucaristia como quem participa de um momento cívico, às vezes percebo nas pessoas mais entusiasmo em assistir a posse do presidente ou o desfile cívico do dia sete de setembro que em adorar a Deus, fazem com um formalismo digno do farisaísmos criticado nesta passagem. As pessoas parecem não ter palavras para dirigir ao Senhor, então começam a ler simplesmente orações que sequer entendem, rezar o terço, fazer pedidos pela nação, pelo padre, por melhores condições e por aí vai! Jesus ao ser questionado em outra ocasião pelos fariseus "Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam? Jesus respondeu: Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar." , sinceramente, às vezes as pessoas parecem estar velando um defunto e não celebrando as bodas de um amigo.

Por outro lado existem aqueles que esquecem da ordem dada por Deus a Moisés, quando se aproximou da sarça ardente... Uma sarça que ardia em fogo sem se consumir... tal qual é hoje a Eucaristia, Sarça Ardente, pão cheio do fogo de Deus, que jamais se extingue! A ordem de Deus foi "tira a Sandalia dos pés, pois o lugar que estás é solo santo" (Ex 3, 5), Deus exige de  Moisés respeito ao solo sagrado que este pisava, respeito, humildade... É difícil ter que dar razão a pessoas que criticam certos exageros na adoração ao Santíssimo, especialmente quando se trata de uma procissão do Santíssimo pela igreja. Claro que não concordo com um ritualismo extremo, apenas o sino tocando, todos compenetrados, como se não pudessem sequer se dirigir a Jesus que passa logo ali... Zaqueu que sou quero mais é subir na árvore para ser visto, mas deve-se tirar as sandálias, respeitar a presença de Jesus ali, é Deus Conosco - Emanuel. Porém vejo hoje muitos que tratam Deus presente no meio do seu povo como um "amuleto", objeto de superstição... por pouco não se derruba o Ostensório para colocar sua foto, a foto da mãe doente, do filho dependente químico, colocar a carteira de trabalho ou a guia do exame, mas sequer param para adorar a Deus na Eucaristia, o que eles querem é um "toque mágico"... lamento informar mas o Ostensório é o burrinho que carrega Deus para Jerusalém e não a varinha de condão da fada madrinha... É como se Deus não conhecesse nossos problemas então temos que "esfregar" na cara dEle. Já ouvi absurdos como por exemplo pessoas dizendo que se você quiser "realizar um pedido" basta pegar a Eucaristia durante a comunhão, levar para o seu lugar, ajoelhar e com o corpo de Cristo ainda na palma da mão fazer o pedido e só depois consumir a Hóstia... É Deus nas mãos do povo, refém do pedido de alguém... quase como enterrar Santo Antonio de ponta cabeça para conseguir um marido!!!!

Este texto tem uma razão, ontem chegou o cúmulo, enquanto adorava o Senhor, que em procissão passava pelos corredores da igreja Nossa Senhora de Guadalupe aqui em Curitiba, uma mulher entrou como se nada demais estivesse acontecendo, foi até a capela onde está o sacrário, lambendo com naturalidade um sorvete de casquinha, fez o seu pedido e saiu... Alheia à presença do Cristo Vivo, que fora do sacrário passeava no meio do povo ali dentro da igreja. Do mesmo jeito que entrou a mulher saiu, lambendo seu sorvete... Acho que apenas eu e Jesus ficamos olhando estarrecidos, pois a maioria estava mais preocupada em "esfregar seus problemas no Ostensório".

Deus abençoe...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Estamos de Volta

Alegria amado visitante do Blog!!

Dia 16/01/2010 o grupo de louvor da comunidade está de volta, e com uma boa surpresa para a primeira noite de louvor do ano...

Só para recordar no ano passado tivemos vários acontecimentos que enriqueceram nosso louvor:

- Tivemos um luau, muito gostoso e abençoado, este ano queremos fazer pelo menos dois e contamos com toda juventude participando conosco.

- Tivemos a visita da comunidade Santa Cruz, animando, conduzindo e pregando em nosso louvor, esperamos em 2010 devolver a visita o quanto antes e estreitar estes laços.

- Tivemos adoração ao Santíssimo todo mês, com destaque especial para novembro a vigília dos jovens, parabéns às meninas que organizaram o encontro, nossa meta este ano é que ao menos duas sejam de noite inteira.

  Este ano no primeiro Louvor de 2010 teremos a companhia da comunidade Colo de Deus, seu fundador Hugo Santos, estará conduzindo o louvor junto com o ministério da comunidade. Temos grandes projetos este ano em parceria com a Comunidade Colo de Deus e este louvor deve refletir esta parceria, esperamos que muita gente apareça para louvar a Deus conosco, nesta noite em especial, mas também todos os sábados de 2010.

Deus abençoe você, sua família e nos vemos no sábado, na paróquia Santa Luzia, logo após a missa das 19:00 horas. A paróquia fica na rua General Agostinho P. Alves Filho no bairro mercês, você encontra um link para o mapa no topo do Blog.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Férias combinam com viagem - Canção Nova

Férias combinam com viagem



Pegar a 'condução' da carne significa 'tirar férias de Jesus'

Férias combinam bem com viagem. Quando alguém nos diz que entra de férias, perguntamos: “Vai viajar para onde?” Férias sem uma saída de onde se passou o tempo todo, nem parecem férias. Infelizmente, nem todos conseguem fazer, nem que seja uma pequena viagem.

Quem decide viajar, precisa escolher uma condução. Algo que o conduza ao destino. Naquele final da viagem espera encontrar familiares, amigos e um lugar de descanso. Quem deseja viajar, precisa pensar antes na condução. Quanto melhor e mais rápida for a condução, tanto mais fácil e seguro se chegará ao destino.

Aqui podemos nos deixar iluminar pela Palavra de Deus. Ela fala de duas conduções:

“A carne aspira ao que CONDUZ à morte; mas o Espírito aspira ao que dá vida e paz” (Rm 8, 6-7). Conforme a condução escolhida será o destino ao qual se chegará.

Não é possível servir a dois senhores. Não é possível andar em dois caminhos diferentes ao mesmo tempo. Assim também, não é possível pegar duas conduções diferentes ao mesmo tempo. Se há duas, é preciso escolher uma.

A Palavra de Deus diz: ou somos conduzimos pelo Espírito ou pela carne. Os que são conduzidos pelo Espírito acabam chegando na vida e na paz. Já os que são conduzidos pela carne, têm como destino final a morte.

Se você escolher o caminho ser conduzido pelo Espírito, no final das férias, estará descansado, revigorado e na vida e na paz. Mas, se pegar a condução da carne, vai terminar na morte. Pegar a “condução” da carne significa “tirar férias de Jesus”, ou seja, esquecer Deus e Seus Mandamentos durante o período de férias. Deixar de participar da Santa Missa, não rezar, não ler a Palavra, cair nas bebedeiras, farras e seguir os prazeres da carne. Isso é se deixar conduzir pela carne.

Imagino que você vá preferir o melhor. Caso queira terminar sua vida “na vida e na paz”, então vão aí algumas dicas:

a) Procure ir à Santa Missa ao menos no final de semana.

b) Leia um pequeno trecho da Palavra de Deus, todos os dias.

c) Reze seu terço todos os dias.

d) Leia ao menos um livro espiritual.

e) Fique a sós e medite alguns minutos no dia.

f) Louve a Deus por tudo que você vê de diferente onde estiver.

Jesus um dia falou que Maria escolheu “a melhor parte”. Seja esperto, também. Escolha passar as férias “no Espírito” e não “na carne”. Faça essa escolha e estas férias poderão se tornar as melhores de sua vida. Boa escolha e boas férias!

Participe da Colônia de Férias na Canção Nova



Padre Alir Sanagiotto, SCJ

Pe. Alir Sanagiotto Ordenado sacerdote em 19/09/87, é membro da Congregação dos padres do Sagrado Coração de Jesus. Dedica-se de forma preferencial na escuta, no aconselhamento e no trabalho psicoespiritual dos fiéis.
blog: http://blog.cancaonova.com/padrealir




sábado, 26 de dezembro de 2009

IMAGINE - LINGAGEM DOS SINAIS

Lindo vídeo da música Imagine na linguagem dos sinais... Recebido de uma amiga que postou no grupo da comunidade e gostaria de compartilhar com os visitantes do Blog.

Enjoy & God bless you.